sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Que Lindo! História de uma parto em Madrid ...Thais Freitas





Madrid 12/12/2010




Meu nome é Thais Freitas,moro em Madrid -Espanha e tenho a grande sorte de ser mãe de dois filhos lindos e maravilhosos, e minha última gravidez do meu filho Victor , era uma gravidez de alto risco, devido ao fato que sou hipertensa.


Vivia uma fase super complicada na minha vida, me sentia sozinha e cansada, Minha mãe não podia acompanhar minha gravidez , com meu grande problema de pressão alta, minha gravidez me estava deixando louca e tinha muito medo,mas que medo, verdadeiro pãnico devido a meu 1º parto, que por causas diversas de problemas de saúde , quase faleço.


Foi nesse momento tão complicado da minha vida que Deus escutou minhas orações e tive a grande sorte de conhecer essa grande profissional que é a Dilmara, até então não tinha conhecimento o que era um parto humanizado, o que era uma doula.


Estava programado com meu obstetra do Hospital la Paz em Madrid uma cesareana, devido ser hipertensa,mas com a chegada de Dilmara na minha vida, tudo mudou, minha gravidez que até então tinha sido um pesadelo, começou a ser um sonho, Dilmara me acalmava, me traquilizava, me cuidava, me dava massagens e não somente a mim, mas também conseguia manter calmo ao meu marido.


Resumindo: Perdi o medo pelo parto , e o que era impossivél pelo meus médicos, foi possivél e dei a luz a um menino lindo,no Hospital Laz Paz em Madrid na companhia da Dilmara (com uma pequena observação: Não está permitido que uma Doula entra em um paritório, mas Dilmara é tão profissional que as matronas permitiram que estivesse comigo) e meu marido em um parto maravilhoso, um dos momentos mais mágicos da minha vida.

Também vale a pena relembrar que meu parto foi e até hoje é chamado de "milagrinho" por toda a equipe do Hospital lá Paz de Madrid pois además de ter sido de alto risco, me deixaram tentar o parto natural dentro de determinados parâmetros e a qualquer momento eles podiam me levar pra o centro cirurgico, eo milagre foi feito, um parto de 5 horas e sem sentir nenhuma dor e tudo isso só aconteceu porque a Dilmara estava ali comigo.

Posso dizer que Dilmara. é uma pessoa RESPONSÁVEL, AMIGA CARINHOSA, ÓTIMA PROFISSIONAL,DE TOTAL CONFIANÇA, da qual somente posso agradecer imensamente por ter-la em uma das fases tão importantes da minha vida.




Thaís Freitas




Em breve meu novo Projeto .......

Um espaço para atender todas as necessidades das gestantes!

MINHA NOVA GRAVIDINHA ANA CLAUDIA..ESPERANDO ERIK








Estou amando poder compartilhar com voces esse momento lindo que será a chegada de Erik...
faltam poucos dias..é já que estaremos juntas ebaaaaaaaaaaaaaaaa
beijus dessa sua doula
:)


Camila e Thiago .... lindos a espera de Pietro




quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Meu querido Prof Hugo ...que orgulhoooo !!!!


Hugo Sabatino recebe homenagem do Ministério da Saúde
Talita Matias
Fotos: Antonio ScarpinettiEdição das imagens: Everaldo Silva

[13/12/2010] Como reconhecimento por seu trabalho em prol da humanização do parto, Hugo Sabatino, professor da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e médico do Hospital da Mulher José Aristodemo Pinotti – Caism/Unicamp recebeu em Brasília uma homenagem, em forma de diploma, do ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A premiação foi entregue durante a III Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento, realizada no final de novembro.

Sabatino foi o principal idealizador da criação da Rede pela Humanização do Nascimento (Rehuna), em Campinas, em 1993, no I Encontro de Parto Humanizado (Enparh). O encontro inicial reuniu 33 pessoas, vindas de várias regiões do Brasil e comprometidas com ações na área. O objetivo era juntar forças para trabalhar pela humanização do parto e nascimento no país. Como resultado das atividades dos participantes foi divulgado um manifesto. “Nós criamos a Carta de Campinas. Isso teve uma repercussão muito grande e os participantes que representavam o país começaram a trabalhar pela humanização”, recordou Sabatino.

A atuação do professor, porém, começava 13 anos antes, quando Jailson Sanches, aluno de medicina da Unicamp e sua esposa Rubia Mitiko Fuquda, ao final da gravidez, procuraram Sabatino para que seu parto fosse natural, sem anestesia e em posição de cócoras. O casal construiu uma cadeira para facilitar a realização do parto nessa posição. Para atender a solicitação foi estabelecida a apresentação de um projeto de pesquisa na Faculdade e determinado que a cadeira deveria ser doada para que outras mulheres pudessem ter seus partos na posição vertical e desta forma contribuir com a pesquisa. O projeto foi aceito pelo professor José Aristodemo Pinotti, que na época era Chefe de Departamento de Tocoginecologia da FCM, que funcionava nas dependências da Santa Casa de Misericórdia de Campinas.

Como o método mostrou-se satisfatório, Sabatino passou a incentivá-lo e com a união de outras pessoas, foi criado o Grupo de Parto Alternativo (GPA), ligado ao Departamento de Tocoginecologia. Entre os objetivos estavam a preparação do casal, o incentivo à presença de um acompanhante na hora do parto e ao respeito dos processos fisiológicos do nascimento, além de estímulo ao fortalecimento da relação entre a mãe e o filho, por meio do contato pele a pele imediato e do aleitamento materno.

Para que o método tivesse comprovação cientifica, o professor Sabatino e pesquisadores da Unicamp empreenderam estudos para demonstrar sua eficácia. E seis anos depois do primeiro parto realizado nesta posição, o médico criou outra cadeira de parto, produzida com material de fibra de vidro. Somente nesta cadeira, cuja patente foi doada à universidade, já foram realizados mais de 2.500 partos.

Com a criação da Rehuna, os ideais defendidos pelo grupo puderam ser divulgados com maior amplitude pelos participantes. A rede, que hoje é coordenada pelo médico Marcos Leite dos Santos, reuniu 5.000 participantes em sua terceira conferência internacional. Ao longo de quase vinte anos tem conseguido cumprir metas arroladas na Carta de Campinas como a divulgação e implantação de métodos de parto humanizado e o resgate do momento do nascimento como evento de profundas consequências para mães e filhos. “A homenagem, recebida em Brasília, foi um agradecimento a esta iniciativa”, realçou Sabatino.